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11/01/2011
Projeto em Fagundes Varela valoriza e preserva a vida



Enfermeira Suzana Tonial Fellini em atendimento - foto de Leandro Galante

Buscando prevenir doenças e melhorar a qualidade de vida entre as mulheres, a Prefeitura Municipal de Fagundes Varela, desenvolve vários projetos e atividades. Um deles, coordenado pela Enfermeira da Unidade básica de Saúde Suzana Tonial Fellini, leva o exame preventivo do câncer de colo de útero nos Salões das Comunidades do interior do município e até na própria residência das mulheres fagundenses. 

Segundo a enfermeira e idealizadora do projeto, muitas mulheres acabam deixando de lado os cuidados com o próprio corpo para se dedicarem a família, as atividades domésticas e profissionais. “Elas precisam se cuidar mais e precisam perceber o valor que elas têm e que a saúde é maior que tudo”, afirma Suzana. A enfermeira explica que o projeto partiu desta necessidade e também, para conscientizar as mulheres da importância do exame, da prevenção e da vida, num contexto geral. “A doença acaba trazendo repercussões físicas e psíquicas, principalmente repercutindo na vida em sociedade das mulheres. Através do exame, muitos destes problemas podem ser evitados, pois se diagnosticado precocemente, o câncer de colo de útero tem cura”, ressalta a enfermeira. O “Projeto Amo Minha Vida”, assim denominado, é também uma homenagem prestada por Suzana, ao seu esposo Carlos Donato Fellini, falecido em dezembro de 2009, vítima de um tipo raro de câncer no cérebro. “Ele era muito alegre e com muita vontade de viver. Formado em técnico em enfermagem, sempre buscou auxiliar os doentes e mais necessitados e, partindo de sua vontade de viver, das dificuldades que o câncer causa, foi que surgiu o projeto”, afirma Suzana. 

O “Amo Minha Vida” é desenvolvido no interior do Município, duas vezes por semana, com o auxílio das Agentes Comunitárias de Saúde que prestam orientações nas visitas residenciais e também possuem a responsabilidade de organizarem o grupo formado por cerca de 12 mulheres. Assumindo o Projeto não apenas como um trabalho, mas como uma missão, Suzana pega uma das duas ambulâncias da Secretaria de Saúde e se dirige aos Salões Comunitários do interior do município, com todos os seus equipamentos, para a realização do exame. Antes do exame, a enfermeira explica todo o processo: o que é o exame, o que é a doença, sua prevenção e cura. Posteriormente, uma mulher por vez, é encaminhada para uma área restrita e com privacidade, onde é realizado o exame gratuitamente. No fim do dia, o material é armazenado e encaminhado para analise em Laboratório especializado na região. 

Assim que o resultado retorna para a Unidade Básica de Saúde do município, ela entrega os resultados para as pacientes. Os exames que apresentarem alteração são encaminhados para a Ginecologista, contratada pelo município e que atende gratuitamente, para receberem as orientações necessárias. A enfermeira revela que nos últimos anos quatro casos foram registrados, mas que todos foram diagnosticados em tempo, obtendo cura e, agora, apenas estão sendo controlados. “As mulheres devem fazer o exame todos os anos. São convidadas para fazê-lo, das meninas quando iniciam as relações sexuais até as idosas que aceitarem”, afirma Suzana. Além das capelas do interior, o exame é realizado na Unidade Básica de Saúde do município e, para as mulheres que não puderem ir até o Salão ou ao Posto de Saúde, a Enfermeira também vai até as residências para a coleta do exame. 

As capelas de São João, São Paulo da Cruz e Nossa Senhora do Caravagio já foram visitas pela enfermeira. Ao final do trabalho, as Agentes de Saúde entregam um adesivo de brinde, onde é colocada a data de realização do próximo exame. “Estou muito feliz em desenvolver este projeto, é uma realização profissional cuidar das pessoas. Muitas delas, não se dão por conta dos cuidados que cada um pode ter. Afinal o nosso corpo é emprestado e um dia teremos que devolvê-lo”, encerra Suzana.
Fonte: www.maisnova.fm.br - Mário Valdir Vivan

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