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21/12/2015
Coren-RS faz ação em Pronto Atendimentos para alertar que triagem de exclusão é proibida


O Conselho Regional de Enfermagem do Rio Grande do Sul (Coren-RS) realiza nesta segunda-feira (21) visita aos principais Pronto Atendimentos de Porto Alegre para orientação da equipe de Enfermagem quanto aos procedimentos adequados para a classificação de risco de pacientes.

A fiscalização do Conselho apurou recentemente a prática de triagem de exclusão e agendamento de atendimento pela equipe de enfermagem dos Pronto Atendimentos. A triagem é feita a partir de um protocolo que orienta a inclusão do(a) paciente nos serviços de urgência e emergência, utilizando o seguinte código de cores: vermelho (emergência), laranja (muito urgentes), amarelo (urgente), verde (pouco urgente) e azul (não urgente). A prática da triagem de exclusão e o agendamento de atendimento podem acarretar implicações ético-legais aos(às) profissionais, comprometer o atendimento de forma humanizada e impedir o exercício da Enfermagem com segurança.

O Protocolo de Classificação de Risco deve ser uma ferramenta de inclusão. Não tem como objetivo negar atendimento médico, mas sim organizar e garantir o atendimento a todos, segundo respectivas necessidades, uma vez que não se trata de fazer diagnóstico prévio e, tampouco, de excluir pessoas do acesso à atenção médica. O protocolo de Classificação de Risco é um instrumento aplicado pelo(a) enfermeiro(a) que sistematiza a avaliação e, portanto, deve explicitar com clareza qual o encaminhamento a ser dado frente a cada risco.

De acordo com o presidente do Coren-RS, Daniel Menezes de Souza, é imprescindível que o serviço de saúde proporcione condições de trabalho adequadas para desempenho das atividades propostas. Dentre as diversas condições destaca-se a retaguarda do profissional médico, com garantia de atendimento por parte deste profissional; a existência de protocolos assistenciais que reorganizem o processo de trabalho para a aplicação da ferramenta de Classificação de Risco; uma rede assistencial e de apoio integrada; transporte de urgência e emergência; recursos materiais e dimensionamento adequado de recursos humanos para atender a demanda e desenvolver todas as ações necessárias na assistência à população, bem como, garantir o atendimento de Enfermagem e médico dentro do que é preconizado no protocolo aprovado em cada instituição.

Fonte: Asscom Coren-RS
Jornalista Laura Glüer
DRT/RS 5.351

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