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07/07/2017
Em plenária do CMS, Coren-RS relata déficit de pessoal da Enfermagem no HPS



A convite do Sindicato dos Enfermeiros do Rio Grande do Sul (Sergs), o Conselho Regional de Enfermagem do Rio Grande do Sul (Coren-RS) participou na quinta-feira (6) da reunião plenária do Conselho Municipal de Saúde de Porto Alegre. A reunião foi conduzida pela coordenadora do CMS de Porto Alegre, Mirtha  Zenker. 
O Coren-RS esteve representado pela conselheira Nelci Dias e pela coordenadora do Departamento de Fiscalização (Defisc), Cláudia Mastrascusa. A pauta da reunião foi a situação do Hospital de Pronto Socorro de Porto Alegre (HPS) que, desde a última semana, fechou 11 leitos. 

Em nome do Coren-RS, Cláudia Mastrascusa relatou todas as ações que o Conselho vem tomando em relação aos problemas enfrentados pelos profissionais da enfermagem do hospital. “Estamos fiscalizando o HPS já há algum tempo. No ano de 2016 e 2017 realizamos sete inspeções fiscalizatórias. Uma delas, motivada pelo Ministério Público Estadual e pela Promotoria de Defesa dos Direitos Humanos que nos solicitou uma avaliação do quadro de pessoal do HPS”, relatou a coordenadora do Defisc. Na ocasião, foi identificado um déficit de 31 enfermeiros e 117 auxiliares e técnicos de enfermagem. 
Além do déficit de pessoal, também foi relatado pela coordenadora do Defisc, as jornadas excessivas dos profissionais da enfermagem, muitos fazendo até 18 horas por dia, “o que acarreta, além do desgaste físico e emocional do trabalhador, risco a saúde da população”.

A posição do Coren-RS em relação ao atendimento voluntário na área da saúde também foi reafirmada pela coordenadora do Defisc. “Déficit de profissional no setor público não se resolve com voluntariado. Se resolve com concurso público e há um concurso vigente na enfermagem onde os profissionais estão aguardando chamada.” Cláudia ressaltou que o papel do Coren-RS, além de fiscalizar o exercício profissional, é garantir uma assistência de enfermagem segura e com qualidade. “Nós estamos preocupados com a categoria e a população, porque a assistência hoje prestada não é segura para o profissional, nem para a população de Porto Alegre e precisamos medidas urgentes por parte dos gestores”, disse.
 
Em sua exposição, a coordenadora do Defisc sinalizou que o Coren-RS está aberto ao diálogo com a Secretaria Municipal de Saúde para tratar sobre os problemas identificados nas fiscalizações nas instituições de saúde da Prefeitura de Porto Alegre, porém, desde o início de janeiro, vem tentando agendar reunião com o novo secretário da Pasta, sem retorno até o momento.

Como encaminhamentos, ficou definido que a Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre terá 30 dias para apresentar um cronograma com soluções para o déficit de profissionais e condições de trabalho no Hospital Pronto Socorro. 

Fonte: Departamento de Comunicação Institucional
Jornalista Denise Campão
DRT/RS 5.695

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